quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

:)


Durante muito tempo sem postagens, senti vontade de voltar a usar para uma declaração de amor, talvez uma narração da minha história. Acredito que aqui poderei desabafar sem que o meu namorado saiba e se sinta triste em saber o que estou sentindo com esse tempo que estaremos distantes, poderia postar em facebook, Orkut ou qualquer rede social, mas isso talvez dificultaria as coisas. Aqui vão minhas declarações até o dia que ele voltar e ficaremos juntos outra vez. Pode durar até 2 meses, ainda não sei ao certo. Beijos queridos.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Outubro

Que outubro venha com bons ventos, que me traga sorte e amor, que não me deixe sofrer, por favor. Só por um mês, faça tudo dar certo, depois veremos o que vamos fazer em novembro. Caio Fernando Abreu

sábado, 3 de setembro de 2011

Me and My Truths

"Confesso. Talvez todos estejam certos que sou exagerada, sou louca, distraída e desastrada; Que meus amores que acredito serem eternos, nunca duram. Que quando digo que não gosto, é admitindo que amo. Que apesar de sempre negar os sentimentos e o amor sou cheia deles, minhas dores são sofridas em silêncio, costumo amar pelo olhar e falar por sorrisos. Meus amigos são quase irmãos e meus dramas são sempre mexicanos. E dai? Eu sou assim".
Jannaína Rosa

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Ela e Ele

Ela via o mundo
Ele via o mundo
Viam sob a mesma luz
Isso é tudo e era tudo que havia entre os dois em comum
Se conheceram no inverno de 2002
No vento um prelúdio do que viria depois
Do frio
Desculpa se fez pra ele estender seu casaco nos ombros dela
O inverno então se desfez
Quando ela em troca lhe deu com o olhar um abraço
Ele era um aspirante a poeta
Ela era a inspiração
E pra ele qualquer coisa nela despertava uma canção
Ela que sempre buscava em tudo um porque
Com ele bastava estar, sentir e viver
O tempo
Voava pros dois
E nem todo tempo do mundo seria o bastante
Os dias vividos a dois, provavam que a eternidade é só um instante
Ela já quis ser de tudo e até sonhou em ser piloto de avião
Finalmente alcançou o céu no instante em que ele lhe pediu a mão
Três letras ela respondeu
Na mais linda música se transformou sua voz
Enfim não haveria mais qualquer fragmento de vida, vivido a só

Música: Ela/Ele - Sandy

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Make me

Faça-me rir, me conte piadas, seja engraçado, não grite comigo porque posso ir embora ou retribuir.  Não tenha preconceito, diga que sente saudade, me faça sentir saudade.  Deixe-me boba do tipo que sorria de tudo, me surpreenda, acredite no que digo. Quando estiver triste e chorando me deixe sozinha só apareça se eu chamar, mas também gosto de ser contrariada, então fique comigo quando estiver chorando. Faça-me acreditar em historias que só existem em sua cabeça, me apresente sua família, goste de musicas e filmes, me abrace quando estiver com medo. Beije-me na testa, me escute mesmo quando você não entende o que digo, quando acontecer algo e não querer falar a respeito não me pergunte, tente ver em meus olhos a explicação.
Aborreça-me tire o fone do meu ouvido quando a musica estiver alta na qual só quero me desligar do mundo, repare no meu cabelo no rabo-de-cavalo que nunca aprendi a fazer direito, sorria do meu jeito desastrado. Faça-me acreditar, traga um aquecedor a minha falta de amor e ganhe gratuitamente minha fidelidade. Não acredite quando digo que é melhor ficar sozinha, que não acredito em conto de fadas, que não gosto de romantismo, pois meu coração está congelado para amores e está cansado de errar e sofrer, então me faça sonhar outra vez. Sequestre-me, surpreenda em um chato domingo me levando para um lugar onde nunca fui. Se no final nada disso dê certo, tente me amar.
Jannaína Rosa

domingo, 21 de agosto de 2011

Pause the game

Essa musica expressa muito do que sinto (Nenhum de nós- Amanhã ou depois):  http://www.youtube.com/watch?v=-ItclPdOAPc
Cada dia mais fatos me convencem que o amor está sendo usado como um jogo, no qual quem se apaixona primeiro é aquele que perde! Triste mais é a nossa realidade. Às vezes pessoas se dedicam por aqueles que não fariam o mesmo, dedicam o seu tempo, o coração, a vida e quando percebem tudo já foi para o espaço. Começamos a viver no “tanto faz”, “não me importo” resumindo no “faz de conta”. Bem vindo à novela do nosso dia a dia, escolha seu papel no qual você pode ser o vilão ou o bom moço, o esperto ou a criança ingênua, decida antes que fique com o pior personagem.
Com minha experiência percebo que o contrário do amor é a indiferença, porque é a forma mais desprezível que alguém pode tratar a pessoa que o ama que somente espera uma ligação inesperada, que tenha interesse real na sua vida, que se preocupe e que tente de tudo pra melhorar, enfim, se sentir amado.  Muitos iriam dizer que o contrario do amor é o ódio, mas não concordo. O amor e o ódio andam juntos, pois no mesmo tempo que se ama pode também odiar, odiar com tanta força simplesmente porque daria a vida por tal pessoa. O ódio e o amor convivem no mesmo universo, hoje tenho certeza disso.
Entretanto não podemos fazer nada, os sentimentos são como cartas que um dia envelhecem e podem virar cinzas de algo que passou. Isso acontece quando deixamos de ter uma conversa que pode mudar o caminho de duas vidas, rotina e deixar de sentir o que sentia. Eu sou o que ninguém vê o que escondo de todos, então faz de conta que não sofro. Dói tentar trocar o romantismo pelo ceticismo, confesso ainda guardo vestígios de ilusão dos contos de fada.
Jannaína Rosa

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Reality

A saudade não tem nada de trivial. Interfere em nossa vida de um modo às vezes sereno, às vezes não. É um sentimento bem- vindo, pois confirma o valor de quem é ou foi importante para nós, e é ao mesmo tempo um sentimento incômodo, porque acusa a ausência, e os ausentes sempre nos doem. Dar-se alta é reconhecer, com alivio, que o que parecia doença era apenas uma ansiedade natural diante do desconhecido. 
Eu sou lúcida na minha loucura, permanente na minha inconstância, inquieta na minha comodidade. Pinto uma realidade com alguns sonhos, e transformo alguns sonhos em cenas reais. Choro lágrimas de rir e quando choro pra valer não derramo uma lágrima. Amo mais posso fazer e que, por medo, sempre menos do que sou capaz. Busco pelo prazer da paisagem e raramente pela alegre frustração da chegada. Quando me entrego, me atiro e quando recuo não volto mais. Mas não me leve a sério, sei que nada é definitivo. Nem eu sou o que penso que eu sou. Nem nós o que a gente pensa que tem ...
Martha Medeiros